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No Paraná após unção de diácono, patrocinadores cupinchas pagam jantar exclusivo

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No Paraná após unção de diácono, patrocinadores cupinchas pagam jantar exclusivo

Mensagem por Admin em Seg Jul 30, 2012 6:13 pm




Deus escolheu homens para o ministério, pelo seu dedo ocorreu a unção, sendo as mais conhecidas, as unções de Moisés, Samuel, Isaías, Jeremias, João Batista, dos apóstolos, dos diáconos, e de Paulo.

Moisés foi escolhido diante de uma sarça que não se queimava, o Senhor falou com ele. (Êxodo 3)

Samuel foi chamado estando no seu leito, o Senhor conversou com ele. (1 Samuel 3)

Isaías viu o Senhor no seu trono, apesar dos lábios impuros, o Senhor o ungiu profeta. (Isaías 6)

Jeremias foi santificado desde o ventre para ser profeta. (Jeremias 1)

Amós era pastor de gado quando Deus o ungiu profeta. (Amós 7)

João Batista foi chamado por profecia: “Pois ele será grande diante do Senhor, e não beberá vinho nem bebida forte; já desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo, e converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor Deus deles. “ Lucas 1:15 a 16

Apóstolos tiveram o sopro do Espírito sobre eles, em Jerusalém foram revestidos de poder: “Reunido a eles, ordenou-lhes que não saíssem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa feita pelo Pai, a qual (disse ele) de mim ouvistes; pois João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias. “ (Atos 1:4 a 5

Diáconos foram escolhidos não somente pela reputação, mas pelo nível de sabedoria espiritual: “Os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é justo que nós abandonemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e nós atenderemos de contínuo à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; eles escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia, e apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, tendo orado, lhes impuseram as mãos. “ Atos 6:2 a 6


Paulo foi escolhido por Deus, mesmo diante das dúvidas dos homens: “Mas Ananias respondeu: Senhor, eu tenho ouvido a muitos, acerca deste homem, quantos males fez aos teus santos em Jerusalém; e aqui tem autoridade dos principais sacerdotes para prender a todos os que invocam o teu nome. Mas o Senhor disse-lhe: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome perante os gentios e os reis, bem como perante os filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei quanto lhe é necessário padecer pelo meu nome. “ Atos 9:13 a 16

Até mesmo o jovem Timóteo foi escolhido por profecia: “Não negligencies o dom da graça que há em ti, e que te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbitério. “ 1 Timóteo 4:14 a 16



Os tempos evoluíram de tal modo, que agora a consagração de anciães e diáconos, são comemoradas com jantares. Se portanto na sua localidade isso não acontece, demonstra que por enquanto a palavra está preservada. Já alguns dirão, qual o motivo da implicância, afinal, isso não é relevante, se houver portanto sensata reflexão, verão que a relevância é além do que imaginamos.

Neste final de semana ocorreu nova unção, na cidade de Maringá-Pr, um famoso ancião de Ponta Grossa presidiu o evento, até aqui nenhum problema, exceto a veracidade da escolha, que cada um responderá pelo ato. Após a unção é que outras coisas sucedem, como o jantar realizado para o irmão, recém escolhido para o ofício ministerial, para atendimento na cidade de Sarandi, quando em homenagem a ele, foi patrocinado um jantar totalmente exclusivo, isto é, sem acesso para toda a igreja que ele irá atender.

Agora pergunto: É correto comemorar com um jantar a unção ministerial? Na verdade existe algum motivo aceitável?

É engraçado que na ccb, irmãos e irmãs da limpeza, que cuidam do banheiro, do pátio, porteiros, administradores, músicos apresentados, não tem esse tipo de festança, será que é pela falta da unção?? Parece-me que isso só ocorre com irmãos do púlpito, como se somente eles fossem detentores de glorificação.

Confrontemos agora o método de comemoração atual, com a escolhas bíblicas acima descritas, o modo como Deus projetou cada uma delas, e qual foi o resultado de cada uma delas para a graça. Uma religião que se gaba, com tamanha exclusividade de suas reuniões anuais, deveria gerar mais um ensinamento (diante de tantos existentes), proibindo o disparate da comemoração ministerial. A felicidade do ungido por Deus, deve se basear estritamente na humildade, se ele logo após a sua unção, não tem capacidade de apregoar esse conceito, o alarme do rebanho deve soar.

O alarme do rebanho é o Espírito Santo, a maior comemoração que verificamos na Escritura, é a glorificação(através do Espírito Santo) ocorrida mediante a conversão de alguém, como neste exemplo ocorrido com Paulo:

Somente ouviram dizer: Aquele que dantes nos perseguia, agora prega a fé que outrora combatia;
e glorificavam a Deus a respeito de mim.
“ Gálatas 1:23 e 24

Glorificar não é encher o bucho com comida.

Reiteramos que nem em todos lugares, existem acontecimentos como esse, diante dos exemplos da Escritura, melhor é que permaneçamos baseados na fé, na verdade (e humildade) contida na doutrina apostólica.

Implicam tanto de um lado (com o rebanho), que esquecem de cuidar do lado deles (do ministério).

Eldier.

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